Pai da influenciadora Duda Freire foi condenado a mais de cinco anos de prisão por tráfico de drogas
02/03/2026
(Foto: Reprodução) Pai da influenciadora Duda Freire é preso em Goiânia, diz PM
Dyogo Hilario Tocafundo, pai da influenciadora Duda Freire, foi condenado a cinco anos e dez meses de prisão por tráfico de drogas, conforme o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO). Segundo a sentença, à qual o g1 teve acesso, o cumprimento será em regime fechado, devido à recidiva do condenado, além de 583 dias-multa, no valor unitário de 1/30 do salário-mínimo vigente à época do crime.
Dyogo foi preso no Setor Marista, em Goiânia, no dia 26 de fevereiro, e passou por audiência no sábado (28), quando a prisão foi mantida. Ele está recluso na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana, segundo a Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP).
O g1 entrou em contato com a defesa do empresário, que afirmou que, por enquanto, não comentará o caso.
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Segundo o documento, ele, que havia sido preso anteriormente pelo crime de tráfico de drogas, permanecia envolvido com o crime, razão pela qual se iniciou uma investigação.
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Prisão em flagrante
À repórter Letícia Fiuza, do g1, a Polícia Militar (PM) informou que havia um mandado de prisão em aberto contra Dyogo desde 2025. Segundo as autoridades, ele atuava na modalidade "delivery", ou seja, entregando drogas, com foco em bairros nobres da capital.
De acordo com documentos do TJGO, a abordagem que levou à condenação ocorreu em abril de 2023. Inicialmente, Dyogo foi absolvido, mas acabou condenado após julgamento de um recurso do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO).
Depoimentos de policiais anexados à sentença narram que Dyogo foi observado saindo e voltando várias vezes em direção à sua motocicleta. Em seguida, teria ido à sua residência, mas deixou o prédio rapidamente e, logo depois, realizou uma entrega a um suposto usuário de drogas.
Em outro momento, ele fez uma transação com um suposto usuário, que não pôde ser abordado na hora devido ao risco de fuga, segundo os documentos.
Durante a ação, foram encontrados uma porção de cocaína, uma balança de precisão e cerca de R$ 3 mil. A sentença afirma que esses elementos “demonstram, de forma inconteste, o comércio das substâncias ilícitas por parte do apelado, não havendo dúvida a propiciar a adoção do édito condenatório”.
Conforme o relator do recurso, “não houve nenhuma ilegalidade na busca e apreensão realizada na casa de Dyogo Hilário, que resultou em sua prisão em flagrante, haja vista as fundadas razões citadas, que autorizavam o acesso dos policiais à residência, sendo válida a prova e todas as demais que dela derivaram.”
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